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    Consulta de Acupuntura, Medicina Tradicional Chinesa, Fitoterapia e Emagrecimento

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    1 ano ago · · 0 comments

    “Sofrer com a diabetes é coisa do passado!”

    A diabetes é cada vez mais uma doença que tem tido grande incidência nos tempos da época moderna. O aparecimento da diabetes pode resultar de múltiplas causas, sendo a maior parte associada a comportamentos alimentares desadequados (por vezes já desde a infância), vida sedentária em excesso e, em alguns casos, ao stresse ou até mesmo por influência genética.

    Através dos últimos cálculos estatísticos, calcula-se que, em Portugal, 13,3% da população sofra de diabetes, isto é, mais de um milhão de portugueses!

    Quem sofre com a diabetes normalmente são pessoas com excesso de peso, que não praticam exercício físico, ingerem demasiados alimentos doces ou calóricos, possuem tensão arterial elevada e apresentam índices de colesterol acima do normal. 

    O resultado é o já conhecido aumento dos níveis de glicose no sangue que se traduz na incapacidade do organismo de sintetizar o açúcar dos alimentos. Este desequilíbrio energético vai também comprometer, de igual forma, a produção de insulina assegurada pelo nosso órgão pâncreas.

    Podemos finalmente concluir que a insulina é necessária para a transformação da glicose em energia, daí a necessidade de algumas pessoas diabéticas terem que administrar insulina injetável, por vezes, várias vezes ao dia, ou mediação quimicamente sintetizada.

    Tudo isto se traduz num ritual obrigatório e necessário, mas que compromete (e muito) a qualidade de vida de um diabético.

    Vejamos um caso clínico real de uma das nossas clínicas:

    Marisa S., 72 anos, diabética desde os 48 anos, administra injetável de insulina em média 3 a 4 vezes ao dia.

    Após 15 dias em tratamento, a paciente, após as suas medições diárias de glicose, apenas necessitou da administração de 1 dose injetável de insulina, porém chegou a ter dias em que os valores medidos nem sequer justificaram a sua aplicação.

    Felizmente, existem outras formas eficazes que ajudam a combater a diabetes com grande eficácia, nomeadamente a acupuntura e a fitoterapia (medicação de origem natural).

    A medicina chinesa tem comprovado cientificamente que, ao longo da nossa evolução, já se pode optar por tratamentos complementares desprovidos de efeitos secundários, que ajudam diversas patologias crónicas como a diabetes. Tal facto foi já descrito pela própria OMS (Organização Mundial de Saúde) que lançou missivas para que, num futuro próximo, seja prescrita medicação de origem natural em primeira instância para a resolução dos mais diversos problemas de saúde.

    Podemos concluir que estamos em época de mudança, e cada vez mais é dada a opção viável aos cidadãos de optarem por terapêuticas alternativas, com profissionais devidamente credenciados pela ACSS (Administração Central dos Sistemas de Saúde) para a resolução dos seus problemas de saúde.

    Não é demais acrescentar que, no ato terapêutico de excelência, a acupuntura é indolor e, na correta prescrição, a fitoterapia é desprovida de efeitos secundários.

    Hugo Canão Silva

    Especialista em Medicina Chinesa

    1 ano ago · · 0 comments

    “Sofrer com a diabetes é coisa do passado!”

    A diabetes é cada vez mais uma doença que tem tido grande incidência nos tempos da época moderna. O aparecimento da diabetes pode resultar de múltiplas causas, sendo a maior parte associada a comportamentos alimentares desadequados (por vezes já desde a infância), vida sedentária em excesso e, em alguns casos, ao stresse ou até mesmo por influência genética.

    Através dos últimos cálculos estatísticos, calcula-se que, em Portugal, 13,3% da população sofra de diabetes, isto é, mais de um milhão de portugueses!

    Quem sofre com a diabetes normalmente são pessoas com excesso de peso, que não praticam exercício físico, ingerem demasiados alimentos doces ou calóricos, possuem tensão arterial elevada e apresentam índices de colesterol acima do normal. 

    O resultado é o já conhecido aumento dos níveis de glicose no sangue que se traduz na incapacidade do organismo de sintetizar o açúcar dos alimentos. Este desequilíbrio energético vai também comprometer, de igual forma, a produção de insulina assegurada pelo nosso órgão pâncreas.

    Podemos finalmente concluir que a insulina é necessária para a transformação da glicose em energia, daí a necessidade de algumas pessoas diabéticas terem que administrar insulina injetável, por vezes, várias vezes ao dia, ou mediação quimicamente sintetizada.

    Tudo isto se traduz num ritual obrigatório e necessário, mas que compromete (e muito) a qualidade de vida de um diabético.

    Vejamos um caso clínico real de uma das nossas clínicas:

    Marisa S., 72 anos, diabética desde os 48 anos, administra injetável de insulina em média 3 a 4 vezes ao dia.

    Após 15 dias em tratamento, a paciente, após as suas medições diárias de glicose, apenas necessitou da administração de 1 dose injetável de insulina, porém chegou a ter dias em que os valores medidos nem sequer justificaram a sua aplicação.

    Felizmente, existem outras formas eficazes que ajudam a combater a diabetes com grande eficácia, nomeadamente a acupuntura e a fitoterapia (medicação de origem natural).

    A medicina chinesa tem comprovado cientificamente que, ao longo da nossa evolução, já se pode optar por tratamentos complementares desprovidos de efeitos secundários, que ajudam diversas patologias crónicas como a diabetes. Tal facto foi já descrito pela própria OMS (Organização Mundial de Saúde) que lançou missivas para que, num futuro próximo, seja prescrita medicação de origem natural em primeira instância para a resolução dos mais diversos problemas de saúde.

    Podemos concluir que estamos em época de mudança, e cada vez mais é dada a opção viável aos cidadãos de optarem por terapêuticas alternativas, com profissionais devidamente credenciados pela ACSS (Administração Central dos Sistemas de Saúde) para a resolução dos seus problemas de saúde.

    Não é demais acrescentar que, no ato terapêutico de excelência, a acupuntura é indolor e, na correta prescrição, a fitoterapia é desprovida de efeitos secundários.

    Hugo Canão Silva
    Especialista em Medicina Chinesa

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