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Consulta de Acupuntura, Medicina Tradicional Chinesa, Fitoterapia e Emagrecimento

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Dr Domingos Silva
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11 meses ago · · 0 comments

Artrose têm cura?

Já é do conhecimento popular, que os portugueses têm uma grande incidência em vários tipos de reumatismo, sendo a artrose uma patologia por vezes associada ao momento em que o peso da idade se começa a refletir com maior vigor, vulgarizando-se o termo “É da idade…”

Falo obviamente de dor nas articulações… Tornozelos, joelhos, anca, coluna, ombros e mãos são vítimas de um nível de dor crescente, que faz com que as pessoas se deem por vencidas, perdendo assim a sua mobilidade, destreza e consequentemente um decréscimo na sua qualidade de vida.

Pois bem, isto não é inteiramente verdade! Artroses não se curam, mas tratam-se!

Todos nós, após a nossa juventude somos alvo de um processo degenerativo evolutivo, felizmente há formas de retardar esse envelhecimento, reduzir inflamação e suprimir dor com a Medicina Chinesa mais concretamente através da acupuntura e fitoterapia.

As artroses são classificadas pela acupuntura como doenças de bloqueio ou obstrução. Esta condição surge quando a circulação de energia e do sangue é dificultada por vento frio ou humidade. Diminuir dor e edema, melhora a movimentação articular, faz circular a energia e o sangue estagnado nas articulações afetadas. O tratamento tem por base na estimulação de pontos específicos do corpo através da inserção de agulhas muito finas, complementando com administração de fitoterapia (ervas chinesas) que vão potenciar o efeito da acupuntura, bem como na prevenção que surtirá ao longo dos anos, pois como ja foi referido, esta patologia crónica encontra-se sempre em evolução se nada for feito. Foi esta uma das primeiras patologias a ser reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) pela alta eficácia nos resultados em tratamento bem como pela sua ausência em efeitos secundários. Efetivamente para além de ser uma medicina milenar revela-se assim uma medicina do futuro.

Hugo Canão

Especialista em Acupuntura e Medicina Chinesa

11 meses ago · · 0 comments

Joelhos que teimam em doer?

O outono está ai e com a sua presença avizinha-se o frio, vento e humidade, elementos naturais a que estamos sujeitos e que afetam grande parte das pessoas em que o reumatismo se apodera do dia a dia numa fase da vida em que desejam viver com maior qualidade e liberdade.

“Os meus joelhos não me deixam andar…” é uma expressão bastante utilizada por muitos pacientes que recebemos nas nossas clínicas. Cientificamente falamos de gonartroses, processos degenerativos evolutivos crónicos a que todos nós somos sujeitos e onde as variáveis mais comuns vão desde o desgaste a que a articulação esteve sujeita (seja a nível profissional ou desporto), excesso de peso e até mesmo da “fragilidade” genética.

Quais os principais indicadores de gonartrose?
Dor, espasmos musculares, rigidez, limitação do movimento, fraqueza muscular, tumefação articular, deformidades, crepitação (ruído da articulação), calor, rubor e aversão ao frio.
Numa breve descrição, movimentos do quotidiano como o levantar de uma cadeira, sair e entrar no carro, subir / descer escadas, subir / descer ruas…. passam a ser tarefas que envolvem esforço com dor. Regra geral, inicia-se uma rotina de antiflamatórios que rapidamente deixam de surtir o efeito devido ou começam a ser demasiado abrasivos ao estômago.

O que fazer?
A Medicina Chinesa surge então como uma solução natural, indolor e com resultados absolutamente fantásticos. É bastante comum entrarem nas nossas clínicas de canadianas, andarilhos e cadeiras de rodas e, com a aplicação do nosso novo método exclusivo e trabalho dedicado do paciente, atingirem uma reabilitação funcional progressiva que se desenvolve ao longo do tratamento. De salientar que vulgarmente se consegue adiar por vários anos a colocação de próteses, exemplo esse que irei descrever de uma das nossas pacientes que desejou partilhar o seu testemunho.

Maria da Piedade Meira, natural da Meadela (Viana do Castelo), chegou à nossa clínica com diversos sintomatologias relacionadas com artroses generalizadas, porém a sua principal queixa era a dor que sentia nos joelhos. Iniciou o nosso plano de tratamento e ainda hoje o cumpre! Passaram treze anos e ainda não foi necessária qualquer prótese! Continua com toda a mobilidade, destreza, independência e, principalmente, bastante satisfeita com os resultados.

Opte por uma medicina sem contraindicações na tentativa de resolução dos seus problemas de saúde, essa é a nossa melhor recomendação e também da Organização Mundial de Saúde.

Hugo Canão

Especialista em Acupuntura e Medicina Chinesa

11 meses ago · · 0 comments

“O REUMATISMO não me deixa VIVER!”

As doenças reumáticas são uma das principais causas de dor musculoesquelética e de incapacidade funcional para o desempenho de uma atividade pessoal e laboral adequada.

É um facto que em Portugal, cerca de 16% das doenças reumatológicas seja um dos principais motivos de consulta e posteriores tratamentos de saúde. Este tipo de patologia pode atingir qualquer faixa etária, desde crianças a adultos, pessoas que pensamos que já têm alguma idade, ou também os nossos avós.

De uma maneira geral, os pacientes que se deslocam às nossas clínicas sofrem de dor e limitação da mobilidade, podendo não só afetar o aparelho locomotor, mas também qualquer órgão ou sistema.

O diagnóstico das doenças inflamatórias articulares crónicas faz parte do tratamento habitual comum em medicina chinesa, nomeadamente, em artroses diversas, artrite reumatóide, espondilite anquilosante, artrite psoriática, entre outras designações mais populares como “bicos de papagaio”, deformidades dos dedos, ou joelhos “enferrujados”.

Como a Medicina Chinesa pode ajudar no Reumatismo?

Esta é uma pergunta frequente dos meus novos pacientes que ainda não experienciaram as capacidades desta terapia alternativa e que se sentem saturados da “bula química” habitual deste quadro clínico típico do envelhecimento.

A Medicina Chinesa surge com uma solução indolor e inócua em efeitos secundários que permite queestes processos de degeneração humana passem a ser mais facilitados. Isto é, retribuindo, na globalidade do efeito terapêutico, uma maior qualidade de vida a contraindicações zero!

Passemos a um caso real de um dos meus pacientes:

Maria B., 52 anos, costureira, tem vindo a sentir cada vez mais dores e limitação de movimentos ao nível do pescoço, ombros e braços, bem como diminuição de sensibilidade na ponta dos dedos. As várias horas de trabalho de precisão, aliadas a uma postura incorreta, levaram a que chegasse a este ponto crítico da sua saúde e bem-estar. 

Iniciou o nosso ciclo de tratamentos com uma sessão de acupuntura por semana. À 4.ª sessão, apaciente manifestou episódios de melhoria graduais que se foram consolidando até à 8.ª sessão. Ou seja, é possível tratar sem efeitos secundários ou terapêuticas dolorosas, quadros patológicos como o descrito, usando apenas a acupuntura e a fitoterapia (medicação natural). Obviamente, cada caso é ímpar e deve ser analisado em consulta, seguindo os critérios de diagnóstico utilizados em medicina chinesa.

Não é demais lembrar, que é importante estar atento às variações de temperatura, pois podem indicar fenómenos de inflamação, ou como na maior parte dos casos de afetação reumática, às alterações de variação barométrica, tais como, vento, frio e sobretudo humidade.

A todos que desejam recorrer às Terapêuticas Não Convencionais devem  optar por profissionais devidamente credenciados pela ACSS (Autoridade Central do Sistema de Saúde).

Na boa prática clínica a acupuntura e eletroacupuntura são indolores!

Hugo Canão

Especialista em Medicina Chinesa

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