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    Consulta de Acupuntura, Medicina Tradicional Chinesa, Fitoterapia e Emagrecimento

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    2 anos ago · · 0 comments

    A eficácia da Acupuntura na recuperação de um AVC

    Há poucos dias, mais precisamente a 29 de outubro, assinalou-se o dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Este dia marca um momento de consciencialização de quantas pessoas estão a correr o risco de um futuro AVC ou que sofrem com nefastas sequelas, algumas delas para toda uma vida.

    A medicina chinesa tem uma fantástica resposta, na maioria dos casos, não só na intervenção pós AVC como também na sua prevenção.

    Como funciona a Acupuntura num caso de AVC?

    Só após um diagnóstico detalhado sobre todas as afetações do paciente é que se progride para o tratamento de acupuntura, que consiste na inserção de agulhas em pontos específicos do corpo. Sendo um ato terapêutico 100% natural e não utilizando qualquer químico, a acupuntura, na recuperação do AVC, promove a proliferação de neurónios novos ao mesmo tempo que reduz os índices deficitários a nível neurológico.

    Nas nossas clínicas é realizado um método técnico inovador em que, com a união da acupuntura à eletroestimulação, conseguimos potencializar, na globalidade, o efeito terapêutico, traduzindo-se assim numa maior rapidez e eficácia de resultados.

    Desta forma, fazemos com que os nossos pacientes recuperem, gradualmente, a sua elasticidade cerebral e intelectual, que terá consequências diretas favoráveis na sua mobilidade, no seu estado emocional e, principalmente, na sua qualidade de vida.

    É consciente dizer que nem sempre é fácil recuperar de forma rápida e total das sequelas que podem, muitas vezes, condicionar quase que totalmente a vida do doente, porém é aqui que a acupuntura, na recuperação de um AVC, marca a diferença!

    Vejamos um caso clínico real, bastante particular, que está ainda nos dias de hoje em tratamento em uma das nossas clínicas:

    Plácido Sampaio, 21 anos, residente em Guimarães, foi-lhe diagnosticado um AVC isquémico, que ocorreu durante a noite enquanto dormia.

    Acordou com assimetrias na face, dificuldade em falar e limitação, quase total, de todo o lado direito do corpo, falamos mais concretamente uma hemiparesia total à direita.

    A este jovem saudável, aos 19 anos, a vida mudou!

    A falta de ação neuromuscular na face, braço, mão e perna, causou-lhe uma frustração tremenda, bem como uma questionação constante de porque tal lhe haveria acontecido. Passados dois anos após a sua sequela, Plácido tomou conhecimento que a acupuntura o poderia ajudar e iniciou, rapidamente, os tratamentos.

    Após a 6.ª sessão semanal, o pé, que até ao momento estaria pendente, o que lhe obrigava em andamento a ter uma compensação da anca, estava com uma maior amplitude e resistência nos movimentos. A mão já consegue ter uma destreza antes inimaginável, conseguindo pegar numa caneta ou até mesmo num objeto mais pesado, sem os deixar cair, ou até mesmo dar um simples cumprimento de mão mais forte.

    Importante salientar que a fisioterapia é uma forte aliada ao nosso tratamento, pois potencializa todas as novas conquistas que vão sendo disponibilizadas.

    É sempre preferível iniciar a acupuntura para recuperar de um AVC quando este é diagnosticado, pois os resultados obtêm-se com maior rapidez e são, favoravelmente, mais fáceis de trabalhar, porém a escolha da apresentação desde caso clínico serve o propósito para exemplificar o forte impacto que a acupuntura tem, mesmo após 2 anos do sucedido, com 2 anos de sessões diárias de fisioterapia.

    Não é demais também lembrar que, para prevenir o AVC, devem ser adotados hábitos de vida saudáveis, como evitar o tabaco e a vida sedentária, e ter especial atenção a doenças como a hipertensão, diabetes ou arritmias cardíacas.

    A acupuntura é indolor, não tem contraindicações e só pode ser exclusivamente praticada por profissionais credenciados pela ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde).

    Especialista em Medicina Chinesa

    Dr. Hugo Canão

    2 anos ago · · 0 comments

    “O REUMATISMO não me deixa VIVER!”

    As doenças reumáticas são uma das principais causas de dor musculoesquelética e de incapacidade funcional para o desempenho de uma atividade pessoal e laboral adequada.

    É um facto que em Portugal, cerca de 16% das doenças reumatológicas seja um dos principais motivos de consulta e posteriores tratamentos de saúde. Este tipo de patologia pode atingir qualquer faixa etária, desde crianças a adultos, pessoas que pensamos que já têm alguma idade, ou também os nossos avós.

    De uma maneira geral, os pacientes que se deslocam às nossas clínicas sofrem de dor e limitação da mobilidade, podendo não só afetar o aparelho locomotor, mas também qualquer órgão ou sistema.

    O diagnóstico das doenças inflamatórias articulares crónicas faz parte do tratamento habitual comum em medicina chinesa, nomeadamente, em artroses diversas, artrite reumatóide, espondilite anquilosante, artrite psoriática, entre outras designações mais populares como “bicos de papagaio”, deformidades dos dedos, ou joelhos “enferrujados”.

    Como a Medicina Chinesa pode ajudar no Reumatismo?

    Esta é uma pergunta frequente dos meus novos pacientes que ainda não experienciaram as capacidades desta terapia alternativa e que se sentem saturados da “bula química” habitual deste quadro clínico típico do envelhecimento.

    A Medicina Chinesa surge com uma solução indolor e inócua em efeitos secundários que permite queestes processos de degeneração humana passem a ser mais facilitados. Isto é, retribuindo, na globalidade do efeito terapêutico, uma maior qualidade de vida a contraindicações zero!

    Passemos a um caso real de um dos meus pacientes:

    Maria B., 52 anos, costureira, tem vindo a sentir cada vez mais dores e limitação de movimentos ao nível do pescoço, ombros e braços, bem como diminuição de sensibilidade na ponta dos dedos. As várias horas de trabalho de precisão, aliadas a uma postura incorreta, levaram a que chegasse a este ponto crítico da sua saúde e bem-estar. 

    Iniciou o nosso ciclo de tratamentos com uma sessão de acupuntura por semana. À 4.ª sessão, apaciente manifestou episódios de melhoria graduais que se foram consolidando até à 8.ª sessão. Ou seja, é possível tratar sem efeitos secundários ou terapêuticas dolorosas, quadros patológicos como o descrito, usando apenas a acupuntura e a fitoterapia (medicação natural). Obviamente, cada caso é ímpar e deve ser analisado em consulta, seguindo os critérios de diagnóstico utilizados em medicina chinesa.

    Não é demais lembrar, que é importante estar atento às variações de temperatura, pois podem indicar fenómenos de inflamação, ou como na maior parte dos casos de afetação reumática, às alterações de variação barométrica, tais como, vento, frio e sobretudo humidade.

    A todos que desejam recorrer às Terapêuticas Não Convencionais devem  optar por profissionais devidamente credenciados pela ACSS (Autoridade Central do Sistema de Saúde).

    Na boa prática clínica a acupuntura e eletroacupuntura são indolores!

    Hugo Canão

    Especialista em Medicina Chinesa

    2 anos ago · · 0 comments

    Uma solução natural para a Hiperatividade e Défice de Atenção

    Nesta época do ano é comum que muitos pais venham a consulta, nas minhas clínicas, relatar situações em que os filhos se deparam com distúrbios de atenção, baixo rendimento escolar e uma consequente antipatia por tudo que é relacionado à escola.

    Perante o desejo de todos os pais, “Eu quero o melhor para o futuro do meu filho!”, a sociedade atual encontra-se embebida, cada vez mais, em soluções químicas, de forma a neutralizar a essência natural de uma criança. Por vezes, independentemente do seu enquadramento socioeconómico ou até mesmo do exemplo dos seus antepassados, existem barreiras que fazem condicionar o natural desempenho de uma família dedicada à educação.

    Face a esta dicotomia entre o desejar dos pais e a falta de concretização dos filhos, por vezes, surge como opção  a administração de complementos de forma a auxiliar esse trajeto. Os mais comuns complexos vitamínicos deram lugar a “pílulas douradas para a inteligência”, tais como a Ritalina e o Concerta.


    Para que fique esclarecido, estas medicações são usualmente prescritas para tratar pacientes com Transtorno do Défice de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Os efeitos secundários mais comuns aliados ao seu consumo são a falta de apetite, dor de cabeça, aperto no peito, taquicardias, insónia, aumento da pressão arterial, tremores, sudorese excessiva, boca seca, surgimento de crises de ansiedade, pânico ou surtos psicóticos.

    Uma solução natural para a TDAH?! 
    Sim, existe e a Medicina Chinesa pode ajudar.

    A interpretação mais inteligível deste conceito oriental, baseia-se numa desarmonia entre órgãos, nomeadamente Fígado, Coração  e Rim. Passo a explicar. Para a medicina chinesa, a concentração, memória e atenção, dependem do cérebro através de uma energia que vem do coração, o “shen”. Esta energia acelera o fígado, criando agressividade, tiques, agitação e, em alguns casos, pode também induzir colesterol, compulsão alimentar e excesso de peso.
    Esta energia excessiva cardíaca/cerebral, resulta de uma falta de energia nos rins. Cabe ao especialista em Medicina Chinesa harmonizar este desequilíbrio através de pontos de acupuntura, previamente delineados em consulta de diagnóstico individualizada nas particularidades do paciente, juntamente com a administração imprescindível de fitoterapia (medicação natural), desprovida de qualquer efeito secundário e que irá auxiliar de forma decisiva a colmatar este défice.

    Passemos a um caso clínico de uma das minhas clínicas:
    Luís B., 13 anos, diagnosticado com Hiperatividade, veio a consulta acompanhado com a mãe que se encontrava bastante preocupada. Problemas no desempenho escolar e, por fim, agressividade com os colegas de escola, fez entender que seria necessário um auxílio para a resolução do seu problema.
    Ao fim de 8 sessões, 2 meses em tratamento, os episódios de agressividade estavam inexistentes e, com o apoio da família, conseguiu recuperar as disciplinas com baixo rendimento. Passados 4 meses, o jovem comunicou que passou de ano sem qualquer nível negativo, tendo sido elogiado por toda a equipa de professores face a uma mudança com tantos benefícios. Neste momento,  já ingressou no ensino secundário e, sempre que nos visita, enche-nos de novidades e de novas vitórias, despedindo-se com um caloroso agradecimento. 

    Nada melhor do que sentir que o jovem, quando reflete sobre o seu passado, nem ele próprio se reconhece.

    Não é demais relembrar que deve procurar profissionais devidamente credenciados para o tratamento da sua saúde através das medicinas alternativas.

    Hugo Canão

    Especialista em Medicina Chinesa

    2 anos ago · · 0 comments

    Sofre com a MENOPAUSA?!

    Não deixa de ser interessante o facto de esta ser uma patologia na qual, embora não seja recorrente como motivo principal de uma consulta em Medicina Tradicional Chinesa, a paciente refere que sofre severamente com todo este processo. Como profissional, surge o momento em que é importante informar que esta patologia é amplamente tratável.

    Afirma-se que uma mulher esteja na menopausa quando a mesma apresenta ausência de ciclos menstruais há mais de um ano ou cada vez mais espaçados, escassos e irregulares.

    Em critérios de Medicina Chinesa, a menopausa  faz parte do processo natural de envelhecimento, o qual designamos de deficiência renal de Yin. Este processo inclui o aparecimento de cabelos grisalhos, secura e falta de menstruação, por outras palavras, estes são sinais de que a energia do rim está diminuindo.

    De longe, as ondas de calor são o sintoma mais comum, estando presente em mais de 85% das mulheres em menopausa. Porém, 45% delas,  podem continuar a sentir essas ondas de calor de 5 a 10 anos após o início da menopausa, bem como suores noturnos, distúrbios de sono, depressão, ansiedade, alterações de humor repentinas, redução do apetite sexual, memória fraca, dificuldade de concentração, dor nas articulações, queda de cabelo, unhas fracas, cansaço, aumento de peso, dor na mama, palpitações, infeções urinárias de repetição, vertigens, zumbidos, entre outras sintomatologias…

    Como trata a Medicina Chinesa a MENOPAUSA?

    Já sabemos que o papel da acupuntura é regularizar o estado energético de órgãos e vísceras, desta forma, e com base nos conhecimentos em Medicina Chinesa, podemos constatar que, numa generalidade dos casos, estamos perante um défice de Rim e Baço, e um consequente aumento do fígado e do coração. Assim sendo, através de pontos de acupuntura, conseguimos provocar alterações benéficas à saúde da mulher, facilitando um novo bem-estar nesta fase da sua vida.

    Face a uma patologia com cariz de vazio energético, é altamente recomendável a administração de fitoterapia durante o tratamento, pois só assim se consegue obter uma diminuição e estabilização dos sintomas aterradores que caracterizam quem sofre diariamente com a menopausa. 

    Não é demais relembrar que deve procurar profissionais devidamente credenciados para o tratamento da sua saúde através das medicinas alternativas.

    Hugo Canão

    Especialista em Medicina Chinesa

    2 anos ago · · 0 comments

    “Só queria conseguir adormecer…”

    Já pensou que, em média, numa pessoa saudável, o sono é um processo natural que ocupa cerca de um terço a um quarto do seu dia, o que se resume a um terço ou um quarto da vida a dormir?! E se lhe disser que, em Portugal, um em cada três portugueses sofre de distúrbios de sono?!

    Ir para a cama e não adormecer, faz com que ocorram pensamentos aleatórios, reflexões sobre momentos vividos e ansiedade sobre o futuro que, por vezes, dão lugar a pesadelos que brotam uma angústia ao acordar de cada dia… Este é o dia-a-dia comum de muitos dos meus pacientes que em consulta revelam o seu sofrimento com a insónia.

    A insónia é uma patologia que identifica uma pessoa que, no seu desejo de ir dormir, não consegue iniciar um ciclo de sono reparador que lhe prove um bem-estar para o dia seguinte. 

    Importante referir que um ciclo de sono reparador não corresponde ao número de horas que se está na cama, mas sim ao momento de sono efetivo em que todos os processos químicos e físicos são restaurados retribuindo, nesse número de horas, um acordar saudável e energia ao longo do dia.

    Em critérios de medicina chinesa, uma grande maioria dos meus pacientes sofrem de uma desordem energética oriunda de três órgãos: fígado, coração e rim. É na correção destes três elementos, através de pontos de acupuntura, que se consegue neutralizar a insónia. Neste processo, é de vital importância a administração de fitoterapia (medicação natural) que, inócua em efeitos secundários, faz colmatar esta categoria de patologia crónica.

    Tecnicamente, nesta forma de tratamento clínico, conseguimos tratar crianças (através de LASER – isento de agulhas), adolescente e adultos.

    Passemos então para um caso clínico real de uma das nossas clínicas:

    Isaura Oliveira (nome fictício), 45 anos, hospedeira de bordo de longo curso, diagnosticada com insónia. Fruto de um desgaste profissional eminente à conjetura da exigência da profissão, tem um historial de várias prescrições com ansiolíticos, soníferos e antidepressivos. Estes nunca resolveram o seu problema pois, mesmo não estando a exercer de momento a sua profissão, não consegue ter uma noite de sono reparador. A mesma refere que, sem medicação, se dormir 2 ou 3 horas será o máximo, pelo que o seu desempenho profissional ficaria severamente comprometido.

    Iniciou o nosso ciclo de tratamentos e, após a 5ª sessão, conseguiu dormir 5 horas sem acordar. Aquando da 8ª sessão de acupuntura, a paciente referiu dormir em média 6h30 e, passados 2 meses, sente-se com energia e confiante para regressar ao trabalho.

    Como profissional, fico bastante satisfeito com o resultado pois, como é da vossa compreensão,  esta profissão joga com fusos horários diferentes que, por si só, fazem desencadear um desequilíbrio contranatura.

    Não é demais relembrar que deve procurar profissionais devidamente credenciados para o tratamento da sua saúde através das medicinas alternativas.

    Hugo Canão

    Especialista em Medicina Chinesa

    2 anos ago · · 0 comments

    Emagrecer pode solucionar a “dor ciática”

    Diariamente somos confrontados com novas consultas onde utentes que sofrem com crises de “ciática” que se sentem desesperados e ansiosos por resolver as suas dores pois desejam regressar rapidamente à sua vida normal.

    Tecnicamente falando, uma ciatalgia poderá ter diversas origens, porém vulgarmente se encontra associada ao acentuado desgaste prematuro dos discos vertebrais ao nível da sacrolombar ou pelo somatório das sequelas de pequenos traumatismos ao longo da vida.

    Como se manifesta?

    Dor ao longo da perna; adormecimento ou formigueiro desde a anca até ao pé; falta de mobilidade; dor no fundo das costas, diminuição da sensibilidade do pé; sensação de frio ou até mesmo como se tivesse a escorrer água pela perna. É importante referir que a afetação pode ser um ou ambos os membros inferiores.

    Fruto da evolução técnica da acupuntura e mais precisamente da eletroacupuntura, é possível solucionar ciatalgias em cada vez menos sessões e menos tempo em tratamento o que se traduz numa terapêutica alternativa com resultados de alta eficácia e sem contraindicações.

    Contudo, em alguns casos clínicos, a resolução poderá ter outro caminho terapêutico que poderá ser bem mais simples, falo mais concretamente em perder de peso! Ao emagrecer a compressão sobre diversas estruturas que compõem a nossa coluna e respetivos canais nervosos é substancialmente inferior logo podemos concluir que existe uma proporção direta entre a diminuição de o peso do utente e a intensidade da ocorrência da ciatalgia.

    Manter o peso incorreto ao longo da vida aumenta sempre a probabilidade de vir a sofrer com problemas osteoarticulares, por isso aproveito conscientemente o tempo de antena para sensibilizar a todos, que aproveitem este incentivo de bom tempo que setembro nos trouxe, para corrigirem agora a sua saúde a fim de evitar futuras doenças.

    Especialista em Acupuntura

    Dr. Hugo Canão

    dor ciatica
    dor ciatica

    2 anos ago · · 0 comments

    A eficácia da Acupuntura na recuperação de um AVC

    Há poucos dias, mais precisamente a 29 de outubro, assinalou-se o dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Este dia marca um momento de consciencialização de quantas pessoas estão a correr o risco de um futuro AVC ou que sofrem com nefastas sequelas, algumas delas para toda uma vida.

    A medicina chinesa tem uma fantástica resposta, na maioria dos casos, não só na intervenção pós AVC como também na sua prevenção. 

    Como funciona a Acupuntura num caso de AVC?

    Só após um diagnóstico detalhado sobre todas as afetações do paciente é que se progride para o tratamento de acupuntura, que consiste na inserção de agulhas em pontos específicos do corpo. Sendo um ato terapêutico 100% natural e não utilizando qualquer químico, a acupuntura, na recuperação do AVC, promove a proliferação de neurónios novos ao mesmo tempo que reduz os índices deficitários a nível neurológico. 

    Nas nossas clínicas é realizado um método técnico inovador em que, com a união da acupuntura à eletroestimulação, conseguimos potencializar, na globalidade, o efeito terapêutico, traduzindo-se assim numa maior rapidez e eficácia de resultados. 

    Desta forma, fazemos com que os nossos pacientes recuperem, gradualmente, a sua elasticidade cerebral e intelectual, que terá consequências diretas favoráveis na sua mobilidade, no seu estado emocional e, principalmente, na sua qualidade de vida.

    É consciente dizer que nem sempre é fácil recuperar de forma rápida e total das sequelas que podem, muitas vezes, condicionar quase que totalmente a vida do doente, porém é aqui que a acupuntura, na recuperação de um AVC, marca a diferença!

    Vejamos um caso clínico real, bastante particular, que está ainda nos dias de hoje em tratamento em uma das nossas clínicas:

    Plácido Sampaio, 21 anos, residente em Guimarães, foi-lhe diagnosticado um AVC isquémico, que ocorreu durante a noite enquanto dormia.

    Acordou com assimetrias na face, dificuldade em falar e limitação, quase total, de todo o lado direito do corpo, falamos mais concretamente uma hemiparesia total à direita.

    A este jovem saudável, aos 19 anos, a vida mudou!

    A falta de ação neuromuscular na face, braço, mão e perna, causou-lhe uma frustração tremenda, bem como uma questionação constante de porque tal lhe haveria acontecido. Passados dois anos após a sua sequela, Plácido tomou conhecimento que a acupuntura o poderia ajudar e iniciou, rapidamente, os tratamentos.

    Após a 6.ª sessão semanal, o pé, que até ao momento estaria pendente, o que lhe obrigava em andamento a ter uma compensação da anca, estava com uma maior amplitude e resistência nos movimentos. A mão já consegue ter uma destreza antes inimaginável, conseguindo pegar numa caneta ou até mesmo num objeto mais pesado, sem os deixar cair, ou até mesmo dar um simples cumprimento de mão mais forte.

    Importante salientar que a fisioterapia é uma forte aliada ao nosso tratamento, pois potencializa todas as novas conquistas que vão sendo disponibilizadas.

    É sempre preferível iniciar a acupuntura para recuperar de um AVC quando este é diagnosticado, pois os resultados obtêm-se com maior rapidez e são, favoravelmente, mais fáceis de trabalhar, porém a escolha da apresentação desde caso clínico serve o propósito para exemplificar o forte impacto que a acupuntura tem, mesmo após 2 anos do sucedido, com 2 anos de sessões diárias de fisioterapia.

    Não é demais também lembrar que, para prevenir o AVC, devem ser adotados hábitos de vida saudáveis, como evitar o tabaco e a vida sedentária, e ter especial atenção a doenças como a hipertensão, diabetes ou arritmias cardíacas.

    A acupuntura é indolor, não tem contraindicações e só pode ser exclusivamente praticada por profissionais credenciados pela ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde).

    Dr. Hugo Canão Silva
    Especialista em Medicina Chinesa

    2 anos ago · · 0 comments

    “Sofrer com a diabetes é coisa do passado!”

    A diabetes é cada vez mais uma doença que tem tido grande incidência nos tempos da época moderna. O aparecimento da diabetes pode resultar de múltiplas causas, sendo a maior parte associada a comportamentos alimentares desadequados (por vezes já desde a infância), vida sedentária em excesso e, em alguns casos, ao stresse ou até mesmo por influência genética.

    Através dos últimos cálculos estatísticos, calcula-se que, em Portugal, 13,3% da população sofra de diabetes, isto é, mais de um milhão de portugueses!

    Quem sofre com a diabetes normalmente são pessoas com excesso de peso, que não praticam exercício físico, ingerem demasiados alimentos doces ou calóricos, possuem tensão arterial elevada e apresentam índices de colesterol acima do normal. 

    O resultado é o já conhecido aumento dos níveis de glicose no sangue que se traduz na incapacidade do organismo de sintetizar o açúcar dos alimentos. Este desequilíbrio energético vai também comprometer, de igual forma, a produção de insulina assegurada pelo nosso órgão pâncreas.

    Podemos finalmente concluir que a insulina é necessária para a transformação da glicose em energia, daí a necessidade de algumas pessoas diabéticas terem que administrar insulina injetável, por vezes, várias vezes ao dia, ou mediação quimicamente sintetizada.

    Tudo isto se traduz num ritual obrigatório e necessário, mas que compromete (e muito) a qualidade de vida de um diabético.

    Vejamos um caso clínico real de uma das nossas clínicas:

    Marisa S., 72 anos, diabética desde os 48 anos, administra injetável de insulina em média 3 a 4 vezes ao dia.

    Após 15 dias em tratamento, a paciente, após as suas medições diárias de glicose, apenas necessitou da administração de 1 dose injetável de insulina, porém chegou a ter dias em que os valores medidos nem sequer justificaram a sua aplicação.

    Felizmente, existem outras formas eficazes que ajudam a combater a diabetes com grande eficácia, nomeadamente a acupuntura e a fitoterapia (medicação de origem natural).

    A medicina chinesa tem comprovado cientificamente que, ao longo da nossa evolução, já se pode optar por tratamentos complementares desprovidos de efeitos secundários, que ajudam diversas patologias crónicas como a diabetes. Tal facto foi já descrito pela própria OMS (Organização Mundial de Saúde) que lançou missivas para que, num futuro próximo, seja prescrita medicação de origem natural em primeira instância para a resolução dos mais diversos problemas de saúde.

    Podemos concluir que estamos em época de mudança, e cada vez mais é dada a opção viável aos cidadãos de optarem por terapêuticas alternativas, com profissionais devidamente credenciados pela ACSS (Administração Central dos Sistemas de Saúde) para a resolução dos seus problemas de saúde.

    Não é demais acrescentar que, no ato terapêutico de excelência, a acupuntura é indolor e, na correta prescrição, a fitoterapia é desprovida de efeitos secundários.

    Hugo Canão Silva
    Especialista em Medicina Chinesa

    Com a saúde não se brinca

    2 anos ago · · 0 comments

    Com a saúde não se brinca

    Como profissional de saúde fico contente por constatar que, depois de milhares de consultas e tratamentos ao longo dos anos, se conseguiu oferecer aos cidadãos portugueses uma solução terapêutica alternativa de saúde com índices de aceitação e satisfação excelentes.

    Optar por um tratamento eficaz, seguro e sem contraindicações é, sem dúvida, o tratamento do futuro! E este é o principal motivo pelo qual os utentes nos têm escolhido cada vez mais para tratar dos mais diversos problemas de saúde.

    Deveremos ser livres de optar pela forma de como queremos ser tratados desde que isso não ponha em causa a nossa saúde. Porém, também defendo que estes tipos de terapêuticas deveriam integrar o SNS (Serviço Nacional de Saúde), pois com isso seria possível chegar a todos os portugueses essa opção de escolha.

    Desde há muito tempo que é do conhecimento público que a implementação de terapêuticas não convencionais (TNC), seguindo o exemplo da acupuntura, caso fosse executada por profissionais devidamente credenciados, provocaria um impacto benéfico nas despesas hospitalares, redução na prescrição médica, redução de intervenções ou até mesmo um pós-operatório com uma recuperação mais rápida…isto é, tudo se traduz em ganhos não só de saúde como de poupança global entre utente e gastos em serviço de saúde. Sublinho que esta não é só apenas uma ideologia que defendo, pois a mesma já foi comprovada por extensos estudos internacionais. Este é o principal motivo que levou a OMS (Organização Mundial de Saúde) a exigir que, num futuro breve, sejam dadas como primeira solução de tratamento, componentes naturais ou terapêuticas com o menor grau de efeitos colaterais. Um breve exemplo internacional passa pelo comunicado da Ordem dos Médicos dos Estados Unidos que recomenda acupuntura como tratamento prioritário para dores de costas. A acupuntura é uma solução válida para qualquer tipo de dor ou inflamação, apresentando efeitos analgésicos, anti-inflamatórios e atuando como relaxante muscular.

    Como em todas as áreas laborais, a lei da oferta e da procura por vezes é impetuosa e, nos últimos tempos, tem-se verificado cada vez mais um interesse aniquilante que circunda um pouco todas as terapêuticas não convencionais. Urge a necessidade de mudar e aceitar que efetivamente existem mais opções eficazes para além da medicina convencional.

    Temos que dar prioridade à saúde dos portugueses e vamos continuar a primar pela qualidade e segurança terapêutica, como tal, exija sempre ser tratado (a) por profissionais que sejam portadores de cédula profissional das TNC.

    Adianto que a lista é pública e está disponível no site da ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde) – http://www.acss.min-saude.pt/wp-content/uploads/2016/09/Dados-para-cedulas_TNC_09062017.pdf

    Não posso deixar de referir que, no exercício da boa prática clínica, a acupuntura é indolor e desprovida de efeitos secundários.

    Dr. Hugo Canão Silva
    Especialista em Medicina Chinesa

    Acupuntura nas doenças inflamatórias intestinais

    2 anos ago · · 0 comments

    Acupuntura nas doenças inflamatórias intestinais

    Desde há muito tempo que muitos dos meus pacientes recorrem às minhas clínicas em que para além de outras patologias, abordam ter problemas intestinais e dão-se por vencidos por não encontrarem uma solução terapêutica funcional.

    Colite ulcerosa, doença de Crohn, doença inflamatória intestinal ou até síndrome de cólon irritável, quando diagnosticadas, são assumidas como perturbações para o resto da vida, porém existem terapêuticas alternativas que poderão solucionar e aumentar a qualidade do bem-estar.

    A medicina chinesa, mais concretamente a acupuntura e a fitoterapia (medicação natural) têm uma grande eficácia na resolução da inflamação intestinal. Sintomas como desconforto abdominal, sensação de pressão na barriga, calor intestinal, cólicas, náuseas, vómitos, aftas, perda de peso, distúrbios oculares, artrite, febre, perda de apetite, diarreia crónica com vestígios de sangue e muito líquida, distúrbios dermatológicos, anemia com deficiência de ferro, fadiga, entre outros, fazem parte do dia a dia de muitas pessoas que tentam contornar estas caraterísticas da sua saúde pessoal.

    Temos que nos adaptar e mudar para um mundo mais ecológico e sustentável, como tal, devemos, desde já, iniciar uma consciencialização global de que existem outras formas para resolver problemas de saúde. 

    Através de uma breve pesquisa encontrei a seguinte citação:

    “Em um estudo realizado na Noruega foi comprovado que o uso da medicina complementar e alternativa é comum entre as pessoas que sofrem de doenças inflamatórias do intestino, o que corresponde a 49% de pessoas referente ao ano anterior em que o estudo foi realizado. Na Espanha, 23% dos pacientes, que sofrem de doenças inflamatórias intestinais, utilizam métodos alternativos.”

    Para os amantes da evidência científica poderei ainda citar que no World Journal of Gastroenterology, um jornal de elevado relevo na comunidade médico-científica, a eficácia exemplar do tratamento na doença de Crohn de acupuntura foi de 83,72%, sendo expressiva a redução da inflamação intestinal que se refletiu na redução significativa dos valores de CRP (proteína c-reativa) e ESR (taxa de sedimentação de eritrócitos).

    Vejamos agora um caso clínico real de uma das nossas clínicas:

    F. Silva, 55 anos, diagnosticado com doença de Crohn há cerca de 13 anos. Após o 5º tratamento, começou a apresentar diminuição da intensidade das diversas sintomatologias. Quando atingiu o 9º tratamento, o mesmo referiu que a sua vida tinha regressado a uma normalidade que já nem se recordava. A sua qualidade de vida pessoal e o bem-estar social deixou de ser um problema tão severo.

    “Quase que me esqueço que sofro desta doença!” 

    Foi esta a citação que me levou a partilhar, mais uma vez, um pouco do conhecimento sobre medicina chinesa e o quanto pode contribuir de forma natural na resolução de doenças crónicas.

    A acupuntura é altamente eficaz quando praticada por profissionais devidamente credenciados e com cédula profissional emitida pela ACSS. Seja livre de optar por tratar dos seus problemas de saúde utilizando terapêuticas desprovidas de efeitos secundários.

    Não é demais acrescentar que, no ato terapêutico de excelência, a acupuntura é indolor e, na correta prescrição, a fitoterapia é desprovida de efeitos secundários.

    Dr. Hugo Canão
    Especialista em Acupuntura e Medicina Chinesa

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